ENTREVISTA: Arin Ilejay para o Irish Times

O site da Irish Times conduziu uma entrevista com Arin Ilejay nos bastidores do show da banda em Dublin, onde ele falou sobre o sucesso de “Hail to the King”, carregar a tocha para uma nova geração de headbangers e como ele veio a se juntar à banda, que se tornou a porta para o metal moderno.

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A entrevista foi gravada direto dos bastidores e Arin falou com Ronan McGreevy. Confira a tradução abaixo:

Arin: “Sabe, desde o começo vimos que a produção desse álbum seria algo imenso, e eu não sabia o que esperar disso, estava nervoso sobre como eu ia tocar e sobre o que tinha que fazer. Então, eu via os caras tão confiantes e depois de tudo o aspecto disso foi pensar “Puxa, nem acredito que saiu tudo bem”, então eu entendi que definitivamente, quando você acredita muito naquilo, no que você está fazendo, todos vão acreditar também.”

Ronan: “Estão falando que você são o Metallica e o Iron Maiden dessa geração.”

Arin: “Tiramos inspiração de tudo ao nosso redor, incluindo essas bandas. E todos ficam interessados no que vai acontecer, então nos esforçamos e acreditamos em nós mesmos e na nossa musicalidade.”

Arin: “Eu recebi uma mensagem de texto do Shadows alguns dias depois do teste. Pra falar a verdade, por volta de um mês depois do teste. E na mensagem ele dizia algo assim: “E aí, cara. Quer jantar com a gente e sair?” E eu respondi: “Claro, parece ótimo.” E eu pensei que provavelmente só ia sair com eles e nada mais, só íamos nos divertir. Então passamos a noite em algum lugar e pela manhã Shadows chegou com um cara e esse cara falou: “Então, cara… Quem vocês vão levar em turnê agora que Mike Portnoy saiu?” Daí Shadows respondeu: “Ah, vamos levar esse cara.” E apontou pra mim. Eu estava sentado no bar comendo um sanduíche que fizeram pra mim no café da manhã e eu fiquei tipo: “O QUE?!”. Não pude acreditar, ele realmente me pegou de surpresa, não esperava por isso. Depois só uma ligação: “Vamos levar você em turnê.” E foi exatamente assim.”

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Uma parte da entrevista feita nos bastidores do show em Dublin foi cortada, porém postada no YouTube, onde Arin fala sobre as comparações de “Sad But True” e “This Means War” e explica a simplicidade da bateria no álbum “Hail to the King”. Confira a tradução deste breve pronunciamento:

Ronan: “Queremos saber sobre uma suposta carta de Lars Ulrich para o A7x falando sobre “This Means War” e “Sad But True” (Risos)”

Arin: “(Risos) Pra falar a verdade, eles nunca falaram nada sobre isso, mas os caras do Metallica são incríveis e nos ajudam com qualquer coisa, são ótimos amigos.”

Outro cara: “Então eles foram como uma inspiração para vocês, como a próxima geração?”

Arin: “Nossa única intenção era fazer um som mais contundente na bateria, sabe? Menos “turururu”, e tipo, como um baterista, eu nunca soube como tocar esse tipo de música na bateria, então, sim! Eu tive de me inspirar em bateristas como Lars, e ouvir músicos como John Bonham. Mas ouvir essas bandas, esses bateristas não era tudo, sabe? Não queríamos aquele progressivo louco, tipo rápido, não. Queríamos algo mais descontraído e desacelerado, mas que mostrasse poder e contribuísse para a música.”

Outro cara: “Não queriam tirar atenção dos outros instrumentos?”

Arin: “Exatamente.”

Outro cara: “Algo com muita batida, não é?”

Arin: “Isso mesmo. O empurrão foi definitivamente um sentimento. Eu queria fazer algo como Ringo Starr, que fosse realmente contribuinte para a música. Que completasse o som da guitarra ou do baixo, que entrasse no momento certo.”

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