Hoje completam 8 anos em que o Avenged Sevenfold ganhou o VMA de “melhor artista novo”

O MTV Video Music Awards (ou VMA) é uma das maiores premiações da música americana, premiando sempre os melhores videoclipes do ano. Desde 1984, o Video Music Awards quase sempre acontece em Nova Iorque, sendo transmitido pela MTV e ocasionalmente pela MTV2 e VH1.

Em 2006, o VMA foi apresentado pelo ilustríssimo ator, Jack Black, e ocorreu no Radio City Music Hall. Surpreendentemente o Avenged Sevenfold venceu na categoria “best new artist” ou “melhor artista novo”, com o clipe de Bat Country. A banda concorreu contra artistas que naquela época tinham muito mais visibilidade que a banda, mas isso não foi motivo para que o talento, e esforço deles não fosse reconhecido.

Na categoria concorriam:

Angels and Airwaves — “The Adventure”
Avenged Sevenfold — “Bat Country”
Chris Brown (com Juelz Santana) — “Run It!”
James Blunt — “You’re Beautiful”
Panic at the disco — “I Write Sins Not Tragedies”
Rihanna — SOS

O prêmio foi entregue pela cantora Fergie, e pela atriz (naquela época com 10 anos) Abigail Breslin, protagonista do sucesso “Little Miss Sunshine”. Ao entregar o moonman (Homem da Lua, nome do prêmio) a garotinha parecia assustada com o estilo “diferente” no qual a banda sempre se apresentava. Em 2010, o site da MTV fez uma matéria relembrando a edição de 2006 da premiação, exaltando esse momento. Segue a tradução feita na época pelo A7X:BR:

“Mas o maior momento da noite veio quando os caras do Avenged Sevenfold tomaram o palco para aceitar o prêmio de Melhor Artista Revelação. Os apresentadores do prêmio – uma competição entre A7X, James Blunt, Angels & Airwaves, Chris Brown, Rihanna e Panic! At the Disco – foram Fergie e uma atriz de 10 anos de idade, Abigail Breslin, que arrancou as calças no hit do verão “Little Miss Sunshine”. Quando o Avenged Sevenfold ganhou de virada, eles subiram ao palco na sua maneira tradicional: tatuados, de regata e maiores que a vida. Já que ela provavelmente não estava acostumada com aqueles caras musculosos, metaleiros vestidos de preto ao seu redor, Breslin pareceu absolutamente petrificada enquanto eles pegavam seus astronautas e agradeciam. Foi um grande momento para a banda.”

A incredulidade de quem assistia a premiação no Radio City Music Hall observando a banda subir ao palco para pegar seu astronauta, não abateu os garotos de Huntington Beach, ao contrário, foi em função daquele prêmio que várias portas se abriram para o A7X. 

(Avenged Sevenfold recebendo o prêmio de "best new artist")

(Avenged Sevenfold recebendo o prêmio de “best new artist”)

O VMA 2006 foi um momento épico para o Avenged Sevenfold, um dividor de águas que contribuiu para o amadurecimento de cada um deles, sem perder a humildade e dedicação que o A7X sempre possuiu.

Zacky Vengeance disse apenas uma frase durante o agradecimento, que reflete que aquilo era apenas o começo, um sonho de 5 garotos da Califórnia, que virou o sonho de milhões de fãs pelo mundo. Isso é Avenged Sevenfold, uma banda de milhões de vozes e corações.

“If you don’t know, now you know.” – Zacky V.

Hoje completa 1 ano do lançamento do álbum Hail to the King

httkkkO sexto álbum de estúdio do Avenged Sevenfold, foi lançado numa terça-feira em 27 de Agosto de 2013, com a duração de 53 min e 17 seg (1:03:31 Deluxe Version) pela gravadora Warner. A produção de Hail to the King ficou à cargo de Mike Elizondo e mixado por Andy Wallace. 

Foi o segundo álbum da banda após a morte do baterista James “The Rev” Sullivan, e conta com a música bônus (na versão deluxe) intitulada de “St James” em homenagem à Rev. Escrita por Synyster Gates, a música retrata a genialidade, amor e ‘entrega’ do baterista à vida e a música. Hail to the King ficou marcado principalmente para o baterista Arin ilejay, que gravou as linhas de bateria do álbum agora sendo um integrante oficial do A7X. 

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Em 19 de agosto 2013 foi liberado um streaming no iTunes do álbum, e uma semana depois (26 de agosto) o mesmo já estava em primeiro lugar em alguns países, incluindo o Brasil, no Top álbuns do iTunes. Hail to the King obteve disco de platina, e vendeu 159 mil cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento, com isso estreou em 1º lugar na parada Billboard 200 (uma lista classificando os 200 álbuns e EP mais vendidos nos Estados Unidos da América, publicado semanalmente pela revista Billboard). Se consolidou no top 5 em 11 países, e ainda liderou as paradas Canadenses, Brasileiras, Finlandesas, Irlandesas e Mexicanas. O sucesso do álbum deve-se à uma forte influência ao heavy metal dos anos 80, de bandas como: Metallica, Slayer e Guns N’ Roses, que sempre estiveram presentes na formação musical dos integrantes do Avenged Sevenfold. 

Em Agosto de 2013 foi anunciado que a música “Shepherd of Fire” estaria como easter egg (uma música oculta a ser descoberta) no mapa “Origins” na Expansão (DLC) Apocalypse do jogo Call of Duty: Black Ops II Zombies. A relação da banda com a Treyarch (desenvolvedora da franquia CoD) já possui quase uma parceria, sendo que em 2011 as músicas “Nightmare” e “Not Ready to Die” se tornaram um easter egg, na Expansão (DLC) Rezurrection do jogo Call of Duty: Black Ops, mapa “Moon”, e na Expansão (DLC) Escalation do jogo Call of Duty: Black Ops, no mapa “Call Of The Dead” respectivamente. No ano seguinte a música Carry On entrou na trilha sonora da franquia Call of Duty: Black Ops II do modo Zombies, possuindo até um clipe da mesma ao final do jogo.

O álbum possui 3 videoclipes: “Hail to the King” lançado em 15 de Julho de 2013 digirido por Syndrome, “Shepherd Of Fire” lançado em 18 de novembro 2013 dirigido por Wayne Isham, e o mais recente, “This Means War” lançado em 4 de Julho de 2014, com mais de 1 milhão de acessos em 1 mês, tendo imagens de shows ao vivo da banda na América Latina, em 2014.

Ficha Técnica do álbum:

Brian Haner – Guitarra solo no “Coming Home”
Ed Meares – Baixo no “Sheperd of Fire”, “Requiem” e “Planets”
David Campbell – Maestro de orquestra
John E. Acosta – Violoncelo no “Requiem”, “Crimson Day” e “Acid Rain”
John Wittenberg, Josefina Vergara, Michelle Richards, Natalie Leggett, Sara Parkins, Songa Lee, Tereza Stanislav – Violino no “Requiem”, “Crimson Day” e “Acid Rain”
John Fumo, Rick Baptist – Trompete no “Sheperd of Fire”, “Requiem” e “Planets”
Jeff Babko – Piano no “Acid Rain”
Alan Kaplan – Trombone no “Sheperd of Fire”, “Requiem” e “Planets”
Douglas Tornquist – Tuba no “Sheperd of Fire”, “Requiem” e “Planets”
Mike Elizondo – Produtor, teclados em “Crimson Day”, “Heretic” e “Coming Home”
Allen Wolfe – A&R
Joanna Terrasi – A&R
Brent Arrowood – Assistente de engenheiro
Chris Sporleder – Assistente de engenheiro
D.A. Frizell – Ilustrações, tratamento
Adam Hawkins – Engenheiro
Paul Suarez – Pro-Ferramentas
Cam Rackman – Pintura, Arte do álbum
Andy Wallace – Mixagem

 

Hail to the King foi cercado de mistérios antes de seu lançamento, com enigmas e charadas da banda. No dia 28 de março, Brian Haner aka Papa Gates, pai de Synyster Gates, postou em seu Twitter que ouviu as demos do novo álbum do A7X e que os fãs iriam gostar.

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Tradução: “Ontem a noite ouvi as demos do novo álbum do A7X. Ótimas músicas. Os fãs ficarão felizes.”: ( http://goo.gl/of1zli ).

 

O mistério começou quando a banda postou essa imagem, no dia 1 de abril, em seu Instagram oficial com o link do site deles na legenda da foto. Após isso a imagem foi deletada do instagram, permanecendo apenas no Tumblr da banda. Em 3 de abril, a banda postou no seu Instagram novamente uma imagem de como estaria sendo a produção do álbum: ( http://instagram.com/p/XqVi1YjX17/ ). No dia 4 de abril uma segunda imagem do trabalho em estúdio é postada no Facebook da banda:misterios 3

No dia 5 de abril, a banda publicou um post informativo sobre o Record Store Day em seu Facebook. e logo depois comentou na própria postagem a frase “it begins”: ( http://goo.gl/T9ajCv ). No mesmo dia, Rafa Alcantara, produtor da TWENTYFOURCORE Productions e o mesmo que produziu o Live in The LBC, o Jimmy “The Rev” Sullivan tribute e o álbum Nightmare, postou em seu Instagram uma imagem com a banda seguida da legenda: “Bons Tempos, boa família. Aqui vamos nós de novo #A7X #itbegins” ( http://instagram.com/p/XvZ_BelUoB/

Good times, good family. Here we go again :) #A7X #itbegins

Good times, good family. Here we go again :) #A7X #itbegins

Em 14 de abril foi colocado no site da banda um rádio intitulado de “Tholomew”, e no dia 15 começaram a tocar músicas que marcaram cada ano da banda, deixando a estação 013 com apenas alguns chiados: http://www.avengedsevenfold.com/radio 

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No dia 20 de abril, a banda lança uma charada em seu Twitter e quem decifrá-la ganharia um prêmio: ( http://goo.gl/yLfy4w, http://goo.gl/4v0pc6, http://goo.gl/a6Tq1y ) o prêmio, era uma guitarra de Zacky Vengeance autografada. O endereço era do Johnny’s Saloon, e a vencedora foi uma garota chamada Kelsey. 

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(Foto: instagram kelsey_1221)

Na loja de aplicativos do Google Play apareceu o A7Xvision que estava para download em dispositivos Android. A7Xvision era descrito como “um aplicativo de Realidade Aumentada que pode ser usado para ver e desvendar conteúdos exclusivos do Avenged Sevenfold.” Quando você digitalizava um deathbat, o site The Seventh Lair redirecionava à uma página e pedia um código, que, coincidentemente ou não, aparece em 1:25 nas asas do Deathbat no clipe da música Carry On. Esse código liberava essa imagem: misterios 6 O site: http://theseventhlair.com/ ) que atualmente redireciona ao site oficial do A7X.

Kelsey, a vencedora da Zacky Vengeance Custom autografada, abriu a parte de trás da guitarra e encontrou esta nota: “Começa com essa chave … ”Uma profecia poderosa com visões perturbadoras …” 

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(Foto: instagram: kelsey_1221)

No dia 7 de maio a banda postou uma imagem engraçada em seu Instagram, do que seria um painel com a marcação dos instrumentos que já teriam sido gravados para cada canção do álbum: ( http://instagram.com/p/ZCO95lDXwp/ )

(Foto: instagram avengedsevenfold)

(Foto: instagram avengedsevenfold)

Em 9 de maio, a banda postou novamente uma foto do estúdio com a legenda direcionando para o site da banda: ( http://instagram.com/p/ZGvixIjX-H/ ).

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(Foto: instagram avengedsevenfold)

Em 10 de maio, o rádio e a TV do site oficial começam a funcionar. Na estação 013 do rádio pode-se ouvir um preview de um novo single e na TV um vídeo da banda em estúdio.

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No dia 11 de maio foi liberado um cronômetro no site The Seventh Lair. Segundo a contagem algo seria liberado às 4:00 da manhã nos Estados Unidos, o que aqui no Brasil seria 8 da manhã, aproximadamente. Algumas pessoas estavam acreditando que seria lançado um novo single chamado “Prophecy”, devido a URL do site The Seventh Lair, no momento que o contador fosse zerado. dia 12 de maio, às 08:00 da manhã aqui no Brasil o contador chega ao fim e o conteúdo do site “The Seventh Lair” foi liberado. Ao acessar a página um video com imagens antigas era exibido. Logo em seguida o conteúdo era desbloqueado chamado de Vault (cofre). Na aba The Prophecy, a página apresenta um “Recap” mostrando um pouquinho de informações que os fãs já sabiam:

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Na aba “A Hero Emerges”, existia um jogo que ao ser zerado, era recebido as coordenadas que levavam ao Wembley Arena, Inglaterra. Os 50 primeiros que foram ao local receberam ingressos para o show do Avenged Sevenfold em Wembley, que aconteceu em 1° de dezembro de 2013:

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Em 26 de maio, no Instagram oficial da banda foi postada uma imagem com a legenda “Final touches…” ou “Toques finais…” ( http://instagram.com/p/Zyuun6jX3D/ ).

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(Foto: instagram avenged sevenfold)

Em 29 de maio uma foto do que seria o song board (painel de músicas) foi postada com a legenda: “The true king, Andronikos” que traduzido seria “O verdadeiro rei, Andrónico” ( http://instagram.com/p/Z67BfeDXzE/ )

 

(Foto: Instagram avengedsevenfold)

(Foto: Instagram avengedsevenfold)

(Mistérios do Avenged Sevenfold em torno do Hail to the King por: Nicole Campos – Desafio dos 50 Dias com Avenged Sevenfold )

Apesar de todo o mistério em torno do Hail to the King, o álbum foi muito bem aceito pela crítica e pelos fãs, sendo um dos mais premiados da carreira do Avenged Sevenfold. Arrecandando mais fãs à banda, e elogios das mais conceituadas bandas do meio. Hail to the King sem dúvida é um álbum para ser apreciado assim como um bom vinho, mesmo com o passar do tempo jamais perde a sua essência.

 

(Avenged Sevenfold recebendo o Disco de Platina pelo álbum "Hail to the King")

(Avenged Sevenfold recebendo o Disco de Platina pelo álbum “Hail to the King”)

Opinião x ódio gratuito: o equívoco de uma geração “hater”

O ódio gratuito com o acesso simplificado às redes sociais tem tomado proporções preocupantes. Antigamente se você não gostava de algo, não iria gritar aos quatro ventos na janela de casa que não gostava daquilo, apenas evitaria contato. Atualmente com a popularização da internet, se você não despeja seu ódio em algo para todos admirarem, se torna um deslocado “sem opinião”.

Liberdade de expressão (principalmente na imprensa), é um direito de todos que deveria ser usado para interação com outras pessoas sobre diversos assuntos, formais ou não. Isso deveria contribuir para uma melhoria de vida de cada um, independente do que estivesse sendo discutido. Infelizmente o que observamos na internet são competições de ”veneno” entre pessoas (que na maioria das vezes nem se conhecem), impondo sua opinião como a certa e usando o escudo: “mas é minha opinião”, e sempre direcionados aos mesmos assuntos: religião, futebol, política e gosto musical.

Sobre gosto musical, a discussão se torna ainda mais patética quanto filme de sessão da tarde; jovens se ofendendo afim de “likes” sobre seu nojo e repulsa por determinada banda — como se isso fosse alterar algo na vida de quem perde tempo fazendo isso — acompanhados sempre de um público esperando ver xingamentos gratuitos, resultando em algo completamente desnecessário para ambos os lados. Discussões deveriam gerar debates, troca de ideias, e não brigas sem nexo por motivos torpes.

Uma discussão no qual se arrasta há anos entre o público jovem (13 anos à 25 anos) são às ofensas à banda Avenged Sevenfold, o que deveria ser apenas um simples: “não gosto de Avenged” se torna um mar de baixaria sem sentido algum. O A7X tem um histórico de “haters” (pessoas que odeiam determinada banda, assunto ou qualquer outra coisa que a maioria goste) desde a época mais ‘sombria’ da banda (1999 – 2006), até os dias atuais. Sendo por aparência, musicalidade, ou filosofia, ninguém tem o direito de julgar outras pessoas porquê gosta de determinada coisa. É infantil você ir à uma página sobre uma banda na internet e xingar tudo ali, tentando ser superior sobre algo que não influência em nada em sua vida, ou nas dos demais.

(Avenged Sevenfold em 2005)

(Avenged Sevenfold em 2005)

Muitos usam o argumento “inveja” sobre os haters de A7X, na verdade, aos olhos de todos isso é apenas uma necessidade de se auto afirmar na internet, lugar onde você pode ser quem quiser, como quiser, e da maneira que bem entender — se escondendo atrás de um monitor e despejando seu ódio afim de chamar atenção — já que no ‘mundo real’ isso seria muito mais complicado. A internet nos dá essa liberdade de perder o medo, mas isso torna as pessoas idiotas por opção, tendo ações que ferem a privacidade alheia, sem o mínimo de escrúpulos em busca de fama, notoriedade, ou algum benefício próprio.

O Avenged Sevenfold jamais se incomodou ao ponto de revidar ofensas, ou afins sobre isso. É inútil tentar manter um diálogo com alguém que possui uma mente limitada, usando críticas maldosas com a intenção de ferir, ou denigrir o trabalho exaustivo de uma banda. Palavras em redes sociais tem o mesmo efeito que uma bala calibre 38, ou até pior. Um trabalho bem feito sempre será alvo de críticas, na sua maioria de pessoas que não tem capacidade de fazer algo à altura daquilo, isso não é inveja, a pessoa projeta seu fracasso nos outros e vê defeito onde não existe, com isso se torna alguém frustrado (a).

(Avenged Sevenfold em 2014 recebendo o disco de Platina pelo álbum “Hail to the King”)

Todos deveriam entender que atualmente, as bandas (independente do estilo musical) não se importam com isso, basicamente porque precisam se superar, agradar quem gosta do que elas se propõem a fazer. Por que tentar agradar alguém que odeia o que você faz? O ser humano deveria tentar se auto desafiar a ser alguém melhor, sair da frente do computador e fazer algo novo, apenas por si. A vida não é uma competição de internet, no qual todos precisam demonstrar o que são, ou o que tem, e muito menos no que são bons. As pessoas ao seu redor vão reconhecer o seu melhor sem você dizer nada, seja o melhor POR SI, não para agradar “A” “B” ou “C”, ou ser superior comparado a alguém e provar ao resto que “derrotou” fulano, sendo que essa guerra só existe dentro da sua mente. Melhore a si mesmo porque infelizmente o mundo não gira em torno de ninguém, nem sobre algo que ocorre em internet.

Por que um jovem no qual deveria usar tanta tecnologia para ser uma pessoa melhor, usa para prejudicar o outro? Se odiar sem nem ao menos ter trocado uma palavra com a outra pessoa, por questões mesquinhas e egoístas, ou pelo que o outro aparenta ser. Isso se torna mais infantil ainda por questão de gosto alheio, algo intransferível. Ser jovem não é motivo para ser um leigo idiota, sem limite. Internet não é “terra de ninguém” para ser usada como circo, e o mundo lá fora será bem mais cruel do que um post ofendendo sua banda favorita, ou seu ódio à outra pessoa por motivos que você nem sabe ao certo. A vida vai além de um monitor de computador, acredite.

A7X em Tóquio, Japão (16/08/14)

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Setlist:

Shepherd of Fire

Nightmare

Bat Country

Hail to the King

Almost Easy

Buried Alive

So Far Away

Afterlife

This Means War

Encore:

A Little Piece of Heaven

Unholy Confessions

Confira as fotos do show aqui.

A7X em Dallas, Texas (09/08/14)

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(Foto: Mayhem Festival/Flickr)

Setlist:

Shepherd of Fire

Nightmare

Bat Country

Hail to the King

Almost Easy

Buried Alive

So Far Away

Afterlife

This Means War

Bis:

A Little Piece of Heaven

Unholy Confessions

Confira as fotos do show aqui.